
A reserva de emergência deve ser o seu primeiro investimento. Sabe aquele dinheiro que pode salvar as contas no fim do mês ou livrar de um possível aperto? Então, este valor é conhecido como reserva de emergência . Além de ajudar nos momentos de imprevistos, ela ainda te salva de fazer novas dívidas para comprar ou pagar algo.
No Brasil, a educação financeira ainda não é uma realidade na vida das pessoas. Muitas vezes, a população não consegue manter os boletos em dia e, se levar em conta a necessidade de poupar dinheiro, isso agrava ainda mais. Para te ajudar nas finanças, reunimos algumas dicas para você saber como começar a construir sua reserva de emergência .
A reserva de emergência é o famoso “pé de meia”, aquele valor guardado que pode ser usado em imprevistos, como, por exemplo, conserto do carro ou medicação quando ficar doente. Ninguém deseja passar por situações que fogem do orçamento, por isso, saber que tem uma grana guardada ajuda a não se estressar nesses momentos.
No geral, esse dinheiro deve ser guardado mensalmente para não ter necessidade de fazer novas dívidas ou se endividar para dar conta das necessidades do mês. Além disso, vale lembrar que primeiro é necessário montar sua reserva de emergência e depois pensar em investir dinheiro .
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Para fazer uma boa reserva de emergência, o ideal é juntar um valor que cubra seis meses do orçamento gasto por mês. Agora, se você é trabalhador autônomo, é recomendado considerar um tempo maior, já que a renda é variável.
Supondo que você precise de R$ 2 mil ao mês para se manter com conforto. Neste caso, seu fundo precisa ser de 6 meses: R$ 12 mil no total. Já se o caso da sua família é de um custo médio de R$ 4 mil, vocês precisarão de R$ 24 mil para garantir 6 meses de segurança em caso de emergências.
1. Organize o orçamento
Não dá para saber quanto você precisa guardar, sem saber o quanto você gasta por mês. Para isso, separe as contas fixas, as variáveis e os custos extras para saber onde é possível poupar. Anote os gastos em uma planilha:
Água, luz, gás, telefone
Aluguel e condomínio ou parcela do financiamento imobiliário
Alimentação
Plano de saúde
Transporte
Lazer e compras
Cartão de crédito
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2. Defina uma meta mensal para sua reserva
Após ter em mente quanto você precisa para cumprir suas obrigações mensais, multiplique esse valor por 6 (equivalente aos seis meses). Por exemplo, se suas contas e gastos somam R$ 5.000 por mês, você precisa ter R$ 30.000 em sua reserva de emergência .
Portanto, se 10% do custo mensal (equivalente a R$500) for destinado para o fundo de emergência, em até 5 anos a reserva estará completa – isso sem considerar que esse valor ainda terá rendimentos, e, se você ainda destinar seu 13º salário, por exemplo, consegue cumprir em menos tempo.
O ideal é fazer desse investimento algo automático, agendando as transferências, encarando esse valor como se fosse um boleto. Se esse valor for separado, assim que o salário cair na conta corrente, fica mais fácil gerir os gastos do mês com o que ficou na conta. Nunca espere sobrar dinheiro para então guardar.
3. Respire economia dentro de casa
Durante o tempo em que estiver reservando o dinheiro para imprevistos, mantenha o plano. Coloque em mente que: “isso é importante para minha vida, eu vou me controlar e atingir meu objetivo”. Vai parecer um desafio muito grande para quem não está acostumado, mas o importante é não desistir.
Como o próprio nome diz, é uma reserva de emergência que deve ser usada em momentos de aperto financeiro ou imprevistos de gastos. Ou seja, este dinheiro deve ser usado de maneira pontual.
Por exemplo: quando a geladeira de casa quebra, estoura um cano no banheiro, o carro quebra e outras situações fora do controle acontecem, aí sim é necessário pegar o dinheiro guardado. Mas, lembre-se, de repor assim que possível.
Se a ideia é guardar dinheiro também para outros planos, como trocar de carro ou fazer uma viagem, é importante fazer economias separadas e não usar a reserva de emergência para cobrir esses gastos.
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A reserva de emergência é essencial para manter a saúde financeira pessoal, sem precisar criar novas dívidas
Os primeiros passos, como vimos anteriormente, são entender o orçamento, somar a quantidade necessária para se manter seis meses e ter em mente qual valor começará a guardar por mês. Agora chegou o momento de escolher onde guardar a reserva de emergência .
No caso de uma reserva de emergência, três pontos são essenciais para essa escolha: é preciso que haja algum rendimento, seja um investimento seguro e tenha liquidez .
O rendimento é indispensável, principalmente em tempos de inflação crescente. Ao mesmo tempo, é importante que seja um investimento mais conservador, sem grande risco de perda. A boa liquidez permite que o dinheiro seja resgatado facilmente a qualquer momento.
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A reserva de emergência é um valor que você guarda para imprevistos, como desemprego, emergências de saúde ou despesas domésticas inesperadas. Ela proporciona segurança e tranquilidade financeira para lidar com situações inesperadas.
Para calcular sua reserva, liste suas despesas mensais fixas e multiplique pelo número de meses que deseja ter de cobertura (geralmente de 3 a 6 meses para quem tem renda estável, e até 12 meses para autônomos).
A reserva de emergência deve ser guardada em locais seguros, com baixo risco e alta liquidez, ou seja, que permitam o resgate rápido do dinheiro em caso de necessidade.
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Os investimentos mais indicados para a reserva de emergência são aqueles com alta liquidez e baixo risco, como CDBs com liquidez diária, Tesouro Selic e fundos CDI.
Ter uma reserva de emergência proporciona segurança financeira, evita o endividamento em momentos de crise, permite aproveitar oportunidades e oferece tranquilidade para lidar com imprevistos.
A reserva de emergência deve ser utilizada apenas em situações imprevistas e de grande necessidade financeira, como demissão inesperada, problemas de saúde na família ou reparos urgentes.
A 99Pay oferece segurança para seus usuários. É importante sempre manter sua organização financeira para construir e gerenciar sua reserva de emergência.
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