
O Bitcoin (BTC) voltou a subir nesta terça-feira (14), superando novamente a marca acima de US$ 115 mil . A recuperação acontece após o recuo registrado na última sexta-feira (10) e reflete, entre outros fatores, o alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O movimento reforça como o mercado de criptoativos está cada vez mais sensível às dinâmicas da economia global.
Você sabia que o sobe e desce do Bitcoin pode ser influenciado por eventos globais? Uma das razões apontadas para a recente recuperação da criptomoeda é o clima de maior estabilidade nas relações entre as duas maiores economias do mundo, Estados Unidos e China. Nos últimos dias, sinais de reaproximação entre os dois países reduziram a aversão ao risco dos investidores, o que beneficiou não apenas o Bitcoin, mas também outros ativos, como o ouro e o petróleo.
Mas não é só isso! Fatores mais estruturais continuam a dar suporte ao Bitcoin no longo prazo. A entrada de grandes empresas no mercado e a aprovação de novos produtos de investimento, como os ETFs de Bitcoin, aumentam a confiança e a demanda pelo ativo. Além disso, o halving de 2024, que diminuiu a criação de novas moedas, ainda tem seus efeitos sentidos, contribuindo para a valorização.
Apesar da recente alta para US$ 115 mil, a máxima histórica do Bitcoin em dólares, no início deste mês de outubro, atingiu uma nova máxima, acima de US$ 126 mil. Já em reais, o recorde é ainda mais impressionante, cerca de R$ 690.291 (na cotação atual em 14 de outubro de 2025).
Para quem ainda não conhece, o Bitcoin é uma moeda 100% digital . Diferente do real ou do dólar, ele não depende de nenhum banco ou governo. É como se fosse um dinheiro da internet, que permite transações diretas entre pessoas de forma segura, usando uma tecnologia chamada blockchain.
Quer entrar nesse universo? O caminho mais simples é através das corretoras de criptomoedas, as famosas exchanges. Lá, você abre sua conta, envia dinheiro e pode comprar suas primeiras frações de Bitcoin, chamadas de satoshis. Outra opção são os ETFs de Bitcoin, fundos de investimento que seguem o preço do ativo e são negociados na bolsa de valores.
O que achou do conteúdo? Com a 99Pay, você fica por dentro do universo de economia!
Imagine que, a cada quatro anos, a "fábrica" de Bitcoins reduzisse sua produção pela metade. É basicamente isso que o halving faz. Esse evento diminui a oferta da criptomoeda, o que, historicamente, tem impulsionado seu preço para cima.
Investir em Bitcoin tem seus riscos, principalmente pela volatilidade – o preço pode mudar muito rápido. No entanto, a tecnologia por trás dele, a blockchain, é extremamente segura. A dica de ouro é: estude, comece com pouco e escolha corretoras de confiança.
O Bitcoin foi o pioneiro, o "pai" de todas as criptomoedas. Hoje, existem milhares de outras, as altcoins, cada uma com um projeto e uma proposta de valor diferente.
Pense nos ETFs como "cestas" de investimento que acompanham o preço do Bitcoin. Eles são negociados na bolsa de valores, como se fossem ações, e são uma forma mais tradicional e regulada de se expor ao criptoativo.
Quando a inflação sobe, nosso dinheiro perde valor. Como o Bitcoin tem uma quantidade limitada de moedas, muitos investidores o veem como uma reserva de valor, uma forma de se proteger da desvalorização das moedas tradicionais.
De forma simples, blockchain é um grande livro-caixa digital, compartilhado e super seguro. Todas as transações de Bitcoin são registradas nele, e uma vez lá, não podem ser alteradas. É o que garante a segurança e a transparência da rede.
É a sua porta de entrada para o mundo cripto. Uma corretora, ou exchange, é a plataforma onde você pode comprar, vender e guardar suas criptomoedas de forma prática e segura.
Sim! Assim como outros investimentos, seus Bitcoins e outras criptos precisam ser informados na declaração anual do Imposto de Renda. As regras podem ser específicas, então vale a pena consultar as normas da Receita Federal ou um contador.
É o processo que mantém a rede do Bitcoin funcionando. "Mineradores" usam computadores super potentes para validar as transações e adicioná-las à blockchain. Como recompensa por esse trabalho, eles recebem novos Bitcoins.
Não dá para cravar, mas muitos especialistas acreditam que sim. A crescente aceitação por empresas e pessoas, somada à sua oferta limitada, são fatores que podem levar o Bitcoin a novos patamares de preço no futuro.